Ornatos Violeta were a Portuguese alternative rock group whose music included some other influences, such as jazz and ska. The band was formed in the city of porto. With Manel Cruz (voices), Nuno Prata (bass), Peixe (guitar), Kinörm (drums) and Elísio Donas (keyboard) and only two albums, they quickly became a reference in Portuguese music on the end of the 90's, though the most successful part of their career lasted only for three years, ending when its members split up. History In 1997 they composed Cão! (Dog!) their first album - which included the song Letra S a duet with Manuela Azevedo, the voice of Clã (another successful Portuguese band) - an album where for the first time did the group shown that was keen to explore a mixed sound, with Cruz's unique writing style, much to their fan's, and most of the national musical reviewer's, delight. In the following year, during the Expo 98 they collaborated in the compilation Tejo Beat in which participated also Boss AC, Blasted Mechanism, Zen (band) and Flood (band) with the song Tempo de Nascer.
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Débil Mental Lyrics

Ornatos Violeta

olha que eu nao sou
um dbil mental
eu posso estar errado ou ter agido mal
mas pago o preco que eu tiver de pagar
se for pra tal eu sofro s
se nao te agrada a forma d'eu falar
acorda e ve que eu cago pr teu nao gostar
se as minhas calcas, parecem de um pijama,
da prxima vez eu saio como entrei na cama
s me agrada ser quem quero
longe de uma falsa situacao
masturbacao, nao fica s pela palma da mao
e tao mau, se a dita VIP fala caro
e faz pensar que eu sou vulgar
e eu sou!
s nao aguento, que ela diga tanta prosa
e seja s ar, e nem o ar puro
hipocrisia mal que eu nao suporto
pior at que o nao pensar
mas a verdade que eu nao sofro pelo mal
mas pelo meu bem
diz meu mal, ou leva-me razao
quero andar por fora do que eu sou
deixar o tempo ver do que capaz
sobre o que gira volta, ja falei
contudo ha certas coisas em que eu nao pensei
se o meu destino negro ou claro?
quem vai dizer em nada muda em nada
tudo o que eu pensei fazer
o mundo nao nada
nada minha beira
se tudo o que acredito ja nao esta preso cadeira
tudo o que eu faco pensando em mim
no fundo sei que toda a gente
acaba sendo assim
diz meu mal ou leva-me razao
quero andar por fora do que eu sou
deixar o tempo ver do que capaz
nao vejo nada contra de infalivel
fala bem, fala a minha lingua
que eu nao sou tu
homem de aceitacao
beija-me o cu
livra, livra, ja nao posso mais ouvir
ha tanta coisa fora do normal
procura-se agua no deserto